segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A carta II

Hellen,

Recebi a tua carta com profunda comoção, que meus olhos brilham como se a Lua tivesse gerado seus filhos no meu olhar. Quero que saibas que esses minutos longos em que te ausentas são de facto uma eternidade para meu coração, pois estás tão carinhosamente dentro dele, que viver na tua ausência é um viver sem sentido. Por isso alegra-me imenso saber que sentiste essas saudades e que a minha presença te faz feliz. Sabes, fazer-te feliz é o que mais desejo nesta vida. Por isso acredita que estarei sempre contigo e se hoje o que partilhamos já é tudo para mim, para nós; amanhã teremos ainda mais motivos para pensar assim. Porque simplesmente te amo, e este meu amor intensifica-se a cada amanhecer. É por isso que tu és todos os dias mais linda, mais especial e mais cativante. E eu sou a cada dia mais feliz. Dizes que precisas de mim talvez por gostares demais. Mas não tenhas receio de gostar demais, porque nunca te deixarei, nunca ficarás desamparada neste mundo, enquanto a morte não nos levar. Ai, como eu te amo! Não só serei o teu porto, como serei o teu mar calmo e sereno quando decidires navegar.
  
James

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